O Colódion Úmido

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O processo que veio a seguir foi o do colódio úmido invento 345 de Frederick S. Archerem 1851. Que utilizava uma chapa de vidro preparada com nitrato de celulose e um iodeto solúvel sensibilizado com nitrato de prata.

Este processo acabou por suplantar o daguerreótipo devido aos bons resultados conseguidos, principalmente no tocante a facilidade na obtenção de cópias.

O colódion úmido

Imagem produzida no colódion

Imagem produzida no colódion

O escultor e fotógrafo, Sir Frederick Scott Archer, propôs à revista inglesa The Chemist, em março de 1851, o método do colódion perfeitamente experimentado. O colódion, conhecido também como algodão-pólvora, é uma classe de explosivo cuja base é a celulose nítrica.

Frederick Scott Archer, pôs uns ferros de cristal úmido ao utilizar colódion em lugar de albumina como material de recobrimento, para aglutinar os compostos sensíveis à luz. Estes negativos deviam ser expostos e revelados enquanto estavam úmidos. Os fotógrafos precisavam de um quarto escuro próximo, para poder dispor dos ferros antes da exposição e revelá-los de imediato.

Esta grande descoberta, representava um passo importante e decisivo no desenvolvimento da fotografia, ao cercar-se à imagem instantânea com uma exposição 15 vezes inferior à do daguerrotipo mais aperfeiçoado. Mas o mais relevante, foi sua aplicação sobre diversos suportes além do vidro, como o couro, o papel, o ferro, outros plásticos e cerâmicas.

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